Projeto Gris no G1!

Há umas duas semanas uma jornalista do G1, Livia Torres, entrou em contato comigo querendo fazer uma matéria sobre mulheres jovens que assumem os cabelos brancos. Fizemos uma entrevista na Lagoa Rodrigo de Freitas e hoje finalmente a reportagem foi publicada!

Tá lá, no portal G1, com direito a video e tudo!

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/10/mulheres-dizem-por-que-decidiram-assumir-os-cabelos-brancos-video.html

A resistência das pessoas ainda é grande, mas é ótimo plantar essa sementinha de liberdade na cabeça de algumas e alguns. Só de mostrar que tingir o cabelo não é obrigatório para mulheres já é um avanço e tanto!

Eu vou falar de novo porque é o mais importante de tudo: seja feliz como você quiser, não como os outros acham que você deve ser! Seja você! ;)

E viva o gris!

Projeto Gris no G1

Projeto Gris no G1

“Mulheres dizem por que decidiram assumir os cabelos brancos” – G1

No Rio, mulheres jovens têm assumido cada vez mais os fios brancos. Cabelos grisalhos muitas vezes são tidos como sinal de desleixo e velhice.

Lívia Torres*Do G1 Rio

Basta uma conferida atenta no espelho: eles podem estar ali. Rejeitados por grande parte das mulheres, os cabelos grisalhos muitas vezes são tidos como sinal de desleixo e velhice. Avessas à obrigação da tintura, mulheres jovens têm assumido cada vez mais os fios brancos.

Elisa Colepiloco (Foto: Arquivo Pessoal)

A consultora de museologia Elisa Colepicolo, de 34 anos, começou a ter cabelos brancos aos 16 e decidiu parar de pintar há 2 anos. Para registrar o processo, ela criou um blog, o Projeto Gris, onde expõe suas impressões e incentiva pessoas que gostariam de fazer o mesmo.

“É uma pressão muito forte para não parar de pintar. As pessoas olham e não acreditam. Muita gente pergunta se eu faço no salão. A maioria fica impressionada, mas não acha ruim. Tem sempre alguém que fala: ‘mas você é tão novinha!’ No geral as pessoas gostam. A mulherada pergunta de que cor eu tinjo ou fala que quer fazer mas não tem coragem”, contou.

Elisa lembrou que o marido, com quem é casada há 10 anos, resistiu quando ela falou sobre a ideia de parar de pintar.

“Ele falava que não ia me deixar não tingir, que ia jogar um balde de tinta preta quando eu estivesse dormindo. Quando começou a ficar maneiro, ele adorou. Hoje ele é o maior incentivador. Meu marido também já é grisalho, aí ele decidiu descolorir. Eu incentivei e ele adorou.”

Elisa Colepicolo, de 34 anos, está há 2 anos sem tingir o cabelo (Foto: Arquivo Pessoal)
Elisa Colepicolo, de 34 anos, está há 2 anos sem tingir o cabelo (Foto: Arquivo Pessoal)

Queda de cabelo
Marcia Mesquita é socióloga, tem 31 anos, e decidiu parar de pintar em meados de agosto deste ano por ter enjoado do cabelo preto e por ele estar caindo em excesso.

“Tenho queda de cabelo há muitos anos por conta de desequilíbrios de ferro e vitamina D. Sempre fiz tratamento da dermatologista para acompanhar e consegui controlar a queda. Mas em fevereiro deste ano, meu cabelo começou a cair loucamente. Investiguei todas as causas possíveis, mas não parava. Então eu tive chikungunya e a queda piorou mesmo. Passei então a pintar com uma tinta especial que agride bem menos o cabelo, de uma marca importada. Super cara. Aí decidi fazer o teste e parei de pintar. E funcionou, minha queda melhorou muito e hoje em dia já não faço mais tratamento”, contou.

A socióloga Márcia Mesquita começou a ter fios brancos aos 20 anos (Foto: Arquivo Pessoal)
A socióloga Márcia Mesquita começou a ter fios brancos aos 20 anos (Foto: Arquivo Pessoal)
Alba Lopes, de 38 anos, parou de pintar os fios há 2 meses (Foto: Lívia Torres/G1)
Alba Lopes, de 38 anos, parou de pintar os fios há 2 meses (Foto: Lívia Torres/G1)

‘Difícil encarar as pessoas na rua’
A assistente social Alba Lopes, de 38 anos, usa tintura no cabelo há 20 anos. Há 2 meses ela decidiu parar de pintar pra ver como seria a real cor do seu cabelo. O processo tem sido difícil e, segundo Alba, é complicado até mesmo encarar as pessoas na rua.

“Eu estava constrangida com a raiz branca. Senti que estava com o olhar baixo, não encarava as pessoas com essa ideia de que era desleixo. Minha ideia é conhecer como sou de verdade. Escuto muito: você vai parecer mais velha, descuidada. Eu não acho isso. Imagino que em pouco tempo vou dar a louca, cortar bem curto e deixar ao natural. Eu sempre quis, desde adolescente. Acho que vai ser a chance de realizar um sonho lá de trás”, revelou.

Youtuber registra processo
A carioca Kika Ribeiro, de 46 anos, tem um canal no Youtube (Página da Kika) e já fez diversos vídeos abordando sua escolha de não pintar mais os fios. Ela parou de tingir há 3 meses, mas já pensava sobre o assunto há 3 anos.

“Eu sempre achei bonito o cabelo grisalho, mas sempre pensei em como eu ia passar por esse processo. Eu decidi parar de pintar porque é uma escravidão, é chato e desgastante. A gente tem que ter uma cor de cabelo por escolha e não pode obrigação. Cabelo branco pra mim significa liberdade e principalmente atitude. Ter o cabelo branco me deixa poderosa e demonstra que sou uma pessoa que tenho coragem de ir em frente na minha decisão”, ponderou, lembrando que os primeiros fios brancos apareceram aos 20 anos.

“Eu abordo o tema nas redes sociais com naturalidade e entusiasmo, me sinto feliz com minha escolha. Gostaria que as pessoas repensassem, não é sinal de desleixo ou vaidade. É uma escolha de cor. Talvez por eu falar na internet e me expor, eu sinta a identificação das pessoas. Cabelo é uma questão de escolha pessoal, a pessoa deve se olhar no espelho e se sentir bonita.”

*Colaboraram Affonso Andrade, Miguel Folco e Susan Vidinhas

Link pra matéria aqui: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/10/mulheres-dizem-por-que-decidiram-assumir-os-cabelos-brancos-video.html

Toda mulher é meio Leila Diniz

Em junho de 2013 o jornal O Globo publicou uma reportagem em sua revista de domingo sobre mulheres que assumiam seus cabelos gris. Lembro que nessa época eu já falava aos quatro ventos que ia tomar coragem para me libertar da tintura a qualquer momento – para incômodo geral. Quando saiu a reportagem uma amiga, que já tinha me ouvido bradar a ameaça algumas vezes, guardou a revista e me deu: “pra te inspirar”, ela disse.

A reportagem pode ser lida nesse link aqui. É bem interessante, apesar das dicas quase sempre equivocada dos cabelereiros (a dica de uma das entrevistadas é beeeem melhor). E destaco um parágrafo que me chamou atenção:

“As mulheres que adotam o visual grisalho aos 40, 50 anos fazem uma pequena revolução simbólica. Assim como exibir a barriga passou a ser lindo após a aparição de Leila (Diniz), elas libertam quem não aguenta mais pintar os cabelos só por obrigação. Elas não estão apenas assumindo os fios brancos, mas mostrando uma forma alternativa, mais singular e bonita de envelhecer — afirma Mirian (Goldenberg), que no segundo semestre lança o livro “Belas velhas”. — Usar cabelos brancos é uma atitude de vanguarda: elas estão adiantando uma liberdade que normalmente só seria conquistada após os 60 anos.”

Então, gata, não tenha medo. Assuma seu lado Leila Diniz. Seja você. Seja Feliz! ;)

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Foto que ilustrou a matéria: Roberta Ferro (de verde, com cabelo curto), Fatima Amaral (de laranja), Maira Jung (de roxo), Ana Maria Castelo Branco (de verde, com cabelo comprido) e Liliu Castelo Branco (de azul): turma do prateado – Camilla Maia / Agência O Globo

Tod@s querem liberdade!

Essa semana que passou publiquei um depoimento na página “Tenho Cabelos Brancos, E Daí?” do Facebook. Contei da minha experiência pessoal e do Projeto Gris. Pra minha surpresa a postagem bombou, com quase mil curtidas, centenas de comentários e dezenas de compartilhamentos!

Postagem do fb - 27ago2016

Por conta disso, a Brunna Condini, jornalista do jornal O Dia aqui do Rio de Janeiro, entrou em contato me convidando para participar de uma matéria sobre mulheres gris, que sairia no final de semana. Saiu! Você pode ver nesse post aqui.

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Projeto Gris no jornal O Dia

Também por causa disso o site hypeness.com fez uma matéria sobre a postagem e como as mulheres estão curtindo ser gris! Você pode ver nesse outro post aqui.

Hypennes - 5set2016

Projeto Gris no Hypeness.com

Sabe o que isso quer dizer, na minha opinião? Que as mulheres estão ansiosas por liberdade! Querem ser elas mesmas, ser feliz como são – e todo empurrãozinho é bem-vindo.

Fico feliz em poder inspirar outras mulheres que não gostam de tintura a se libertar, mas quero dizer que não é só da tintura: liberte-se dos hábitos que você não gosta, que não te fazem feliz. Não se obrigue a ser diferente do que você é porque os outros “falam” ou “acham”, ou porque as revistas de beleza “ensinam”.

Seja você! Seja feliz! ;)

Hypeness.com: “As mulheres estão assumindo seus cabelos brancos; não importa a idade”

por Redação Hypeness

Foi-se o tempo em que cabelos brancos eram sinal de descuido ou velhice. Cada vez mais mulheres de variadas idades estão assumindo seus fios como eles são, dizendo adeus à tinturas e tonalizantes.

Esse processo de transição geralmente se dá após a falta de identificação com cabelos opacos e sem vida, que vão se tornando cada dia mais danificados após tanta química. Foi o caso da paulista Elisa Colepicolo, que relatou à página Tenho cabelos brancos, e daí?, uma comunidade de apoio online às grisalhas, sobre como foi abandonar a visita ao salão a cada 15 dias para dizer sim aos seus fios naturais:

“Comecei a ter cabelos brancos aos 16 anos – e com os tonalizantes também. Aos 26 comecei a notar que tonalizar já não era fácil, e passei para a tintura. Aos 32 estava com o cabelo manchado, tendo que fazer retorques a cada 15 dias, sem cachos, danificado, triste. Odiando esse processo e curiosa sobre a situação real do meu cabelo (que mal lembrava que cor era), aproveitei um corte curtinho que fiz para experimentar ser natural. O máximo que poderia acontecer seria eu não gostar e, 40 minutos depois, estar tingida de novo. Em 2014 me libertei da tinta e, pra registrar o processo e dar referência em português (uma raridade na época) pra outras mulheres na mesma situação, criei o blog Projeto Gris. Lá se vão 2 anos. Nunca mais tingi, tonalizei nem sequer cortei meus cabelos. Eles voltaram a ter brilho e forma, como há muito não acontecia. Eu voltei a ter paz com meus cabelos e, depois de um longo processo de aceitação (lutando contra toda a pressão social da beleza padrão), hoje não consigo mais me imaginar diferente. Me sinto linda assim! E incentivo todas as pessoas que me perguntam. Assuma! Seja você! Seja feliz!”.

O depoimento de Elisa fez sucesso, e além de inúmeras curtidas e compartilhamentos, veio acompanhado de muitos outros desabafos nos comentários:

“Os meus estão assumidos brancos desde 2010! Aguentei a pressão e não me arrependo! Os meus brancos apareceram por volta dos 12 anos!” – Helena Leardini

“Faz uns 3 anos que os meus estão livres. Agora tô deixando crescer de novo! Adoro quando me perguntam aonde fiz os reflexos brancos.” – Sonaira Dávila

“Amei, Elisa Colepicolo! Os primeiros fios brancos já estão acontecendo por aqui. Estou na fase da aceitação. É difícil, me dei conta de como ainda estou a mercê das pressões sociais e padrões de beleza, mas tenho certeza que vou me libertar. É uma constante desconstrução, mas eu chego lá. Adorei o projeto! Parabéns e sim, você está linda!” – Teresa Duque Estrada

“Adoro ter cabelos brancos. Tenho desde os 30 anos e agora com 60 estão cada vez mais bonitos!” – Fátima da Silva

“Serei e já sou dessas… Rsrsrs embora eu não tenha muito cabelo, mas os brancos tem dado o ar da graça, envelhecer faz parte se amar é tão natural quanto…” – Luciane Ramos Madruga

“Cansei de tirar a originalidade do meu cabelo. Assumi de vez os brancos, que aliás já amava. Parabéns a todas nós que aguentam com todo orgulho, as críticas amargas e até acho, meio invejosas. Pois pra isso temos que ter personalidade forte, que acredito que quem critica, não tem!” – Cláudia Rogéria Moura

Apesar de tanto apoio, a resistência e o preconceito com os fios prateados ainda é grande.Seja por pressão da sociedade, seja por falta de costume mesmo. O fato é que deve ser libertador não depender mais de tinturas e reconhecer seu cabelo como ele realmente é, do jeitinho que a natureza fez. Mas, se você não gosta dos seus fios assim, tudo bem. Vale branco, vale loiro, vale ruivo, vale castanho, vale preto, vale rosa e vale azul também. O que não vale é se tornar escrava de algo que não seja para agradar quem mais importa na sua vida: você!

Imagens © Reprodução Facebook

As mulheres estão assumindo seus cabelos brancos  não importa a idade - corte

Link pra matéria online: http://www.hypeness.com.br/2016/08/as-mulheres-estao-assumindo-seus-cabelos-brancos-nao-importa-a-idade/

Jornal O Dia: “Cabelos brancos em alta! Cada vez mais as mulheres deixam de tingir os fios”

Mulherada está assumindo o grisalho com orgulho

02/09/2016 22:33:00
BRUNNA CONDINI

Rio – “No teu cabelo negro brilham estrelas cadentes, arredias”. O trecho do poema ‘O Banho de Xampu’, da inglesa Elizabeth Bishop, faz uma alusão apaixonada aos cabelos brancos. Eles estão com tudo e não são motivo de vergonha para as mulheres que os revelam.

“A vida moderna vai muito bem com a naturalidade. É preciso ser forte. Hoje, as pessoas que me criticaram estão grisalhas também e gratas pela minha atitude”, conta Elvira Helena Martins, atriz e cantora, de 61 anos. “Uso assim há 17 anos. Naquela época, não existia quase ninguém que assumisse os cabelos brancos. Havia um conceito que ficar grisallha envelheceria”, diz. “Me sinto poderosa. Profissionalmente, só me ajudou. Ganhei papéis por conta deles”, completa.

Não é fácil ‘remar’ contra o padrão, mas vale a pena. Fazendo coro com ela, a consultora de museologia Elisa Colepicolo, de 34 anos, deixou a natureza seguir seu curso nos fios, ainda mais cedo. “Encontrei meu primeiro cabelo branco aos 16 anos, mas virou justificativa para brincar de tonalizar de vermelho ou preto”, revela.

Como a maioria das mulheres que tingem os cabelos, Elisa sentiu-se escrava da situação: “Fiquei infeliz. O cabelo parou de cachear, ficava espigado, opaco, e precisava de retoque a cada 15 dias. Comecei a me questionar por que é que eu era obrigada a fingir ter os cabelos que eu não tinha”.

Dessa inquietação, surgiu em 2014 o ‘Projeto Gris’, um blog onde ela divide e relata o processo. “Quando me perguntam por que eu parei de tingir, eu respondo: porque eu sou assim, esse é o meu cabelo”.

A cantora Suely Mesquita nunca tingiu os cabelos por conta dos brancos. “Gostava do contraste de cabelos pretos com a pele clara e tingia de preto total”. Aos 56 anos, Suely percebe a diferença na textura dos cabelos prateados, mas isso não a incomoda. “É preciso achar novos cortes, xampus. Até a relação com a cor das roupas muda”.

A hair stylist Ana Luiza Bartelega acha a decisão corajosa e um reflexo das conquistas femininas. “A mulher está confiante. O grisalho exige cuidado, mas dá menos trabalho do que voltar ao salão de 15 em 15 dias”, diz.

Link pra matéria no site aqui: http://odia.ig.com.br/diversao/2016-09-02/cabelos-brancos-em-alta-cada-vez-mais-as-mulheres-deixam-de-tingir-os-fios.html

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Matéria do jornal O Dia de 03 de setembro de 2016

“Seja inovadora – mas não muito”

Tenho 34 anos e desde 2014 assumi meus cabelos brancos – e são muitos!

Quando decidi assumir percebi que temos pouquíssima informação em português sobre isso. Foi quando decidi registrar meu processo aqui no Projeto Gris, pra tentar ajudar outras mulheres que tenham vontade de seguir pelo mesmo caminho.

E tenho a dizer que a desinformação sobre isso ainda é gigante. Por isso muita gente, muito cabeleireiro inclusive (alguns até falando isso em reportagens de jornais, revistas e internet), dá bola-fora.

Ontem li esse artigo aqui, em que citam uma matéria no jornal com comentários de um cabelereiro “dando dicas”. Fiquei chocada com o despreparo com o gris.

Primeiro que usar mais química para tirar química é uma loucura. Seja descoloração, tintura ou tonalizante, a não ser que seu cabelo seja 100% branco, de qualquer jeito você vai ter que passar pelo ano e meio com cabelo com duas ou mais cores. Mais fácil usar uma maquiagem lavável durante esse período, se a bagunça de cores te incomodar muito, ou cortar curtinho pra crescer com eles naturais de uma vez. Mas não apele pra química, não vale a pena.

Outra coisa é esse estigma de que mulheres de cabelo gris não podem ter cabelos compridos. Ué, se você já está inovando ao assumir seu gris, inove tendo o corte que te agradar – seja ele máquina 3 ou até a cintura!

Inovadora você! Mas vai manter esse cabelão? Grisalho geralmente é curtinho, né?

Inovadora você! Mas vai manter esse cabelão? Grisalho geralmente é curtinho, né?

Outra balela é essa história de que cabelo branco é rebelde. Cabelo danificado e com química é rebelde, isso sim!

Então, faça um favor para você mesma – já que vai abandonar a tintura, abandone os cosméticos pesados (com petrolatos, silicones e afins). Você vai ver como seu cabelo vai ficar muito melhor.

Usar cabelo gris ou branco como escolha é novidade, então você ainda vai ver muito olhar torto e ouvir muita bobagem de cabeleireiro. Mas aceite seu cabelo como é e, acredite, você não vai arrepender. ;)